sábado, 13 de outubro de 2012

Complemento - Profª Patrícia

Boa noite, pessoal!
Segue abaixo o último e-mail da Professora Patrícia para nós.

"Olá, caríssimos
Segue leitura complementar.
Abraços
profa. Patrícia

Há muito tempo estudiosos e professores discutem como se trabalhar textos na escola. Essa não é uma tarefa fácil, já que constantemente nos deparamos com a resistência de nossos alunos em relação à leitura e à produção textual. Para muitos estudantes, expressar ideias oralmente é muito natural, mas o ato de reproduzir essas ideias na forma de texto escrito representa uma verdadeira tortura.


Expressão das ideias em texto oral

Expressão das ideias em texto escrito
Para minimizar a resistência e a aflição do aluno demonstrada na segunda imagem, a ação de ensinar não pode se constituir em uma mera transmissão ou simplificação do saber científico; o ensinar deve estar comprometido com o aprender, transformando esse saber científico em conteúdo de ensino para que o aluno o assimile. Nesse sentido, o professor deve preconizar os processos de ensino e de aprendizagem centrados na problematização de situações capazes de instigar o aluno à reflexão, propiciando-lhe a aprendizagem por compreensão, já que esse procurará elaborar sínteses cognitivas (saber aprendido).

O trabalho com o texto – o centro da aula de Língua Portuguesa

Conforme o Currículo do Estado (2008, p. 43):

É necessário saber lidar com os textos nas diversas situações de interação social. É essa habilidade de interagir linguisticamente por meio de textos, nas situações de produção e recepção em que circulam socialmente, que permite a construção de sentidos, desenvolvendo a competência discursiva e promovendo o letramento. O nível de letramento é determinado pela variedade de gêneros textuais que a criança ou adulto reconhecem. 

De acordo com a citação, o centro da aula de Língua Portuguesa é o texto. Mas o que isso significa realmente?



Significa dar um tratamento ao ensino, cujo foco passa a ser “o texto em seu funcionamento e em seu contexto de produção/leitura, evidenciando as significações geradas mais do que as propriedades formais que dão suporte a funcionamentos cognitivos” (BRANDÃO, 2001, p. 10)."


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